O Teatro Mágico
Dream Theater
Google sobre O Teatro Mágico
Olhe para mim! Estou fazendo as pessoas felizes! Sou um homem mágico, do país feliz, numa casa de doce na Rua do Pirulito! ![]()
Homer Simpson, após um espetáculo d'O Teatro Mágico
Cêis traíram o movimento... Bom, algum movimento, véio!! ![]()
Dado Dolabella sobre O Teatro Mágico
Eu gostcho muitcho! ![]()
Cumpádi Washington sobre O Teatro Mágico
É mais do que música. Isso aqui é vida, mudou minha vida! ![]()
Wannabee, chorando aos berros, após um espetáculo d'O Teatro Mágico
Poesia pura! ![]()
Carla Perez sobre O Teatro Mágico
El Ehatro Mgárhio éhf ell mahhr ehhptácolo ê chô oya haye mnmirarldo ![]()
Carlitos Tevez se emociona após um espetáculo d'O Teatro Mágico
A poesia deles é comovente. Tiro muita inspiração para meus livros. ![]()
Paul, the Rabbit, grande escritor da língua portuguesa brasileira
Meu garoto! ![]()
Bozo, o palhaço, demonstrando o orgulho que tem dos filhos
O Teatro Mágico é uma banda (aham, sei...) formado 16 desocupados, nos quais os integrantes se pintam de palhaços e duas minas se vestem de bonecas. Sim: bonecas mesmo, de verdade, de pano – não são travestis. Aliás, 16 não.. Diversos deles saíram da Trupe nestes últimos meses
Origem
Apesar de atenderem por alcunhas bastante viris, como Galdino, Toucinho, Émerson Marciano e Willians, a banda (aham, sei...) é liderada por um boiola hippie erudito (ô!) ex-estudante de comunicação (só podia!), chamado Fernando Anitelli. De acordo com a Agência Brasileira de Inteligência, a Abin, Anitelli é um provável panaca, que acredita que conseguirá pegar algumas minas fazendo rimas esdrúxulas e se maquiando.A iniciativa de formar uma banda (aham, sei...) surgiu em 2003, quando Anitelli começou a fumar pneus, ouvir Armandinho e ter visões. Numa delas, o inspiradíssimo fundador da trupe começou a folhear um livro do escritor germano-suíço Hermann Hesse e achou a expressão que batiza o que ele chama de "espetáculo". A partir daí, começou a juntar outros manés e iniciou a formação de sua "arte" de música e poesia urbana, vestindo-se feito Isabelita dos Patins e com rimas tão profundas quanto as de Carlinhos Brown ou Cumpádi Washington.
Considerado o Cirque de Soléil de pobre, O Teatro Mágico tem a cara-de-pau de fazer shows (públicos!) com rimas belíssimas, como “sol e vento, dia de casamento/vento e sol, luz apagada num farol/sol e chuva, casamento de viúva/chuva e sol, casamento de espanhol”, possivelmente arranjadas em alguma pré-escola ou pelo irmão mais novo de algum integrante da banda (aham, sei...).
Antigamente existia uma banda (aham, sei...), mas depois do repentino sucesso e algumas aparições em jornais escolares e de bairo, o fundador Fernando Anitelli resolveu comandar o circo(?) sozinho: mandou todos integrantes pra escolinha de circo e contratando uma banda (aham, sei...) que atualmente é formada por .. por ... por ... Fernando Anitelli e mais alguns que conseguir um desconto na apresentação. A maquiagem é dos próprios integrantes da banda (aham, sei...) e, como é perceptível, provavelmente feita no escuro.
O apogeu de todo talento d'O Teatro Mágico foi descarregado na letra de “O Anjo Mais Velho”. A música está no primeiro disco da banda (aham, sei...), “Sou Pára-Raios” (2004). Segundo a poesia pura de Anitelli, “só enquanto eu respirar/vou me lembrar de você”. Tem quem ache essa bobagem a coisa mais linda e profunda do mundo – o que não merece preocupação, já que esse tipo de gente topa sair por aí na rua usando nariz de palhaço e com a cara pintada. Fazer o quê, não?A Abin ainda investiga a possível ligação da banda (aham, sei...) com a Igreja Universal do Reino de Deus. De acordo com a Agência, os 16 palhaços estariam envolvidos em um esquema de financiamento da IURD, transformando os shows em verdadeiros cultos messiânicos e captando verbas a partir da catarse promovida pelos shows, convertendo novos desocupados e vendendo CDs para os “raros” por aí.
Após inúmeras aparições na mídia (mas é claaaaaaro!!), algumas pessoas confirmaram que o TEATRO TRÁGICO ou Loser Manos maquiados possuem ligação boiolística com a Banda de Renato Bolchevique "Legião Umbanda", sendo infuenciada numa mistura "Indie - Underground + Cirqué de Soleil (bem tendênciaaaa)" para abranger as grandes massas pseudo-culto-alternativas (normalmente estudantes universitários de filosofia, ciências sociais ou jornalismo metidos a Hippie que divulgam amplamente a auto-sustentabilidade natureba, tomando red-bull com red labell, pagando preços exorbitantes para assistir uma boa apresentação musical, repleta de efeitos especiais e tecnologia de ponta.
A partir do segundo disco da banda (aham, sei...), “Parreira é o Melhor” (2005), O Teatro Mágico começou a influenciar outros cantores tão ruins quanto, como Armandinho e... Bom, e outras coisas bem ruins também. A influência acabou dando origem a parceiras no terceiro e último disco da banda, “Metal is the Law” (2006), no qual Armandinho grava uma faixa homenageando o rei Cumpádi Washington.
Como todas as bandas perebas, O Teatro Mágico também tem seus fãs chatos. Segundo eles, a banda (aham, sei...) não faz apenas músicas, mas transforma vidas. Provavelmente porque a vida deles seja tão ruim que qualquer show dos palhaços por aí consiga deixá-los mais felizes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, uma boa noite de sexo, um video-game ou meia hora em um bar poderia resolver a vida dos fãs d'O Teatro Mágico.
É impressionante o encantamento que os emos-alternativos fãs se voltam para aclamar uma filosofia tão barata quanto os nike shox contrabandeados por Lau-Kin-Shon. Vidrados num embasamento de nexo zero (*iisssuh te lembraa algumaaa coisa miguxuuh?), comovem multidões de lesados na magia de que o planeta é um mar de rosas e o que impera é o dinheiro amor e a paz no mundinhuH meio em que eles encontram-se. Cheios de sandálias nos pés e roupas de festa-junina (quadriculadas), as massas (meia dúzia) de adeptos da "Magia Trágica" são parentes do Beto Carreiro - Empresa patrocinadora oficial - do Comando Maluco TEATRO TRÁGICO.
Discografia
- Sou Pára-Raios(2004)
- Este disco é uma Merda (2005)
- Parreira é o Melhor! (2005)
- Metal is the Law (2006)
- O Teatro Mágico grava É o Tchan! (previsto para 2007)
- Chinese Democracy (previsto para 94. Não, para 97. Opa, 2001. Quer dizer...)
